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Sobre ontem

14 nov

Antes de mais nada: o post debaixo saiu cortado, ficou meio esquisito sem final néam??? Sorry…

Bom, então, sobre ontem: eu AMEI a pediatra homeopata. Achei super atenciosa e detalhista, o que é bom. Mandei fazer os remédios agora e começamos o tratamento amanhã.

Vamos ver como Ana Clara ficará.

Esta noite teve acesso de tosse de novo. Depois de levantar umas 876 vezes, desisti e a trouxe para our bed. E não é que a safadinha dormiu feito um anjo???????????????????????????

Hoje, pela primeira vez, ela vai dormir na avó.

Coisas

13 nov

Hoje temos a consulta com a homeopata, depois volto pra contar como foi!

Menina bebê mal aprendeu a engatinhar e se soltar de verdade pela casa inteira e já está querendo só ficar em pé. Vai gostar de desafios assim lá na piiiiiiii.

Sério: ela não quer mais sentar, não quer mais engatinhar, só quer ficar em pé apoiada nos móveis.

Agora tenho que providenciar calçados novos, porque, óbeveo, tudo que ela tinha (e parou de usar porque as tias da creche disseram que ela não precisava ir de calçados enquanto não andasse) não serve mais. N-A-D-A, N-E-N-H-U-M cabe mais… pior que alguns ela NUNCA usou.

FDP

11 nov

A gente sempre ouve falar de médicos super bem conceituados que, na real, são uns FDP! Ontem fui num alergologista pediátrico, ou pediatra imunologista, como quiserem, e o cara só me falou merda! Tipo “tua filha está em quase 100% de chance de ter asma” dentre outras pérolas que arrasam qualquer mãe.
Saí de lá, deixei-a na creche, chorando (pq ela sentiu minha angústia) e fui para a minha mãe me lavar de tanto chorar também.
Hoje, mais calma e depois de conversar com a querida Adriana, me desestressei e resolvi mandar o fdp à merda, tudoaomesmotempoagora!
Ainda por cima o cara vai querer tratar a Ana Clara com vacinas, que nada mais é do que algo, a meu ver, experimental, que consiste em mandar vacinar a bebê com todas as vacinas existentes no mercado e que custam uma fortuninha. Ah, tá de brincadeira né mermão?!?!?!?! To cagando dinheiro por acaso? E que eficácia isso teria?
Partiremos para a homeopatia.

Mãe Desnecessária

29 out

(Não sou muito fã de copiar e colar textos alheios, mas achei que este é uma boa contribuição para nós).

“A boa mãe é aquela que vai se tornando desnecessária com o passar do tempo. Várias vezes ouvi de um
amigo psicanalista esta frase e ela sempre me soou estranha. Até agora.

Chegou a hora de reprimir de vez o impulso natural materno de querer colocar a cria embaixo da asa,
protegida de todos os erros, tristezas e perigos.Uma batalha interna hercúla, confesso.

Quando começo a esmorecer na luta para controlar a supermãe que todas temos dentro de nós, lembro da frase, hoje absolutamente clara. Se eu fiz o meu trabalho direito, tenho que me tornar desnecessária.

Antes que alguma mãe apressada venha me acusar de desamor, preciso explicar o que significa isto.

Ser ‘desnecessária’ é não deixar que o amor incondicional de mãe, que sempre existirá, provoque vício e
dependência nos filhos, como uma droga, a ponto de eles não conseguirem ser autônomos, confiantes e independentes. Prontos para traçar seu rumo, fazer suas escolhas, superar suas frustraçóes e cometer os próprios erros também.

A cada fase da vida, vamos cortando e refazendo o cordão umbilical. A cada nova fase, uma nova perda e um novo ganho,para os dois lados, mãe e filho.. Porque o amor é um processo de libertação permanente e esse vinculo não pára de se transformar ao longo da vida.

Até o dia em que os filhos se tornam adultos, constituem a própria família e recomeçam o ciclo. O que
eles precisam é ter certeza de que estamos lá, firmes, na concordâcia e na divergência, no sucesso ou no
fracasso,com peito aberto para o aconchego, o abraço apertado, o conforto nas horas difíceis.

Pai e mãe- solidários- criam filhos para serem livres.
Esse é o maior desafio e a principal missão.
Ao aprendermos a ser desnecessarios, nos transformamos em porto seguro para quando eles decidem atracar.”

(Marcia Neder)

Antes e Depois

27 out

Ontem, enquanto eu trocava a Ana Clara, minha mãe observando, comentou:
- Tu não tens a sensação de que tu não conseguiria mais viver sem ela? Eu sentia isso com vocês.

- Não, mãe. Eu nem lembro como era antes dela.

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